Cá-cárá-cárá-cárá… Có-córó-có,
Cá-cárá-cárá-cárá… Có-córó-có,
Cá-cárá-cárá-cárá… Có-córó-có,
Cá-cárá-cárá-cárá… Có-córó-có,
Có-córó-córó… Có-córó-córó-córó… Có-córó-córó-córó… Có-córó-córó,
Cá-cárá-cárá… Cá-cárá-cárá-cárá… Cá-cárá-cárá-cárá… Cá-cárá-cárá,
O Chico come faisão,
é o próprio quem o assa,
e a pobre da Diana passa,
passa uma fome de cão,
que o Chico come faisão,
que o Chico come faisão.
O Henrique é o dono do barco,
a Marisa é quem pilota,
e a Diana compatriota,
da miséria de estanhol,
ó Henrique olhó farol!
ó Henrique olhó farol!
Cá-cárá-cárá… Cá-cárá-cárá-cárá… Cá-cárá-cárá-cárá… Cá-cárá-cárá,
Cá-cárá-cárá… Cá-cárá-cárá-cárá… Cá-cárá-cárá-cárá… Cá-cárá-cárá,
Piú!
(Machado dixit)
1 comentário:
Está, de facto, uma poesia linda para recoradr no 25 de Abril que se avizinha. Aliás, proponho um piquenique em Monsato (se o tempo assim o permitir) para comemorar.
Jinhos, paulinha
Macau: obrigada por disponibilizares tudo on-line.
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